Sopram ventos
Do teu corpo para o meu,
Ficam momentos
Que os meus sopros deixam no teu.
Brisas, ar, ventos,
Frescura sabor a mar,
Mel ou fel,
Nunca saberei dizer.
Na nuca grande arrepio,
A vontade é de arriscar,
Pulso do músculo involuntário,
Esse contraria.
Ventos que se misturam,
Se apertam,
Se empurram.
Venha esse sopro.
Que me enche os pulmões,
Leva este sopro
Que te alimenta a vida.
Desta vez a natureza foi
Portadora deste unguento,
Que aquece meu corpo e minha alma.
Vá, venha,
Não sei o que pedir,
Mas só agora,
Traga a brisa de alegria que nos é devida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário