24.9.10

Teus ventos





Sopram ventos
Do teu corpo para o meu,
Ficam momentos
Que os meus sopros deixam no teu.

Brisas, ar, ventos,
Frescura sabor a mar,
Mel ou fel,
Nunca saberei dizer.

Na nuca grande arrepio, 
A vontade é de arriscar,
Pulso do músculo involuntário,
Esse contraria. 

Ventos que se misturam,
Se apertam,
Se empurram.

Venha esse sopro.
Que me enche os pulmões,
Leva este sopro 
Que te alimenta a vida.

Desta vez a natureza foi


Portadora deste unguento, 
Que aquece meu corpo e minha alma.

Vá, venha,
Não sei o que pedir,
Mas só agora,
Traga a brisa de alegria que nos é devida.








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